segunda-feira, 8 de março de 2010

Um edredom para leituras de inverno

Esse é um problema comum: Inverno, você se deita para ler um bom livro, mas está frio demais para que possa ler destapado, deitar de blusão e tapar as pernas é um saco…

Acontece que não contávamos com a astúcia de Andrea Ayala! Designer espanhola que inventou a maravilha abaixo:



quarta-feira, 3 de março de 2010

Quarto do Mario


Vi agora há pouco no Twitter de alguém um link para este quarto "Nintendo". Ele pertence ao Dennis, que mora na Alemanha e a decoração foi um presente da sua namorada.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Controle

Em algum momento da vida, seja ela qual for, acordamos para a realidade. Uns acordam rápido, outros demoram mais, mas todos um dia vão acordar e ver a vida em outros tons e sons. Passamos boa parte da infância, adolescência e, muitas pessoas, parte da vida adulta sonhando demais, imaginando demais e muitas vezes não nos atemos à vida real, ao instante que realmente existe.

Li a pouco tempo uma coisa que nunca havia pensado "vivemos presos eternamente no presente" e estranhamente me assustei com essa revelação. Embora pareça ser, e ao contrário do que pensa quem lê, não reconheço aqui uma vida de ilusão e que acabei de acordar, pelo contrário, reconheço um estado de sempre realidade, que tem me cansado bastante ultimamente. Não ando tendo paciência. Ando fugindo de ter que sorrir pra quem não quero, de falar com quem não quero. Me cansa essa busca incessante das pessoas de sempe procurarem um problema, um questionamento para haver uma discussão, onde nesse lugar podia haver muitas coisas bacanas. Me cansa muito, gente que se faz de esperta pra se aproveitar das situações, mas que passaram a vida toda fazendo isso e repetem em ciclo em cima de quem estiver no caminho. Às vezes dá vontade de quebrar os ciclos todos que encontro nessa vida...rs.

Odeio repetir isso: "é óbvio que não sou dona da verdade", porque cada um acredita na sua. Adoro a idéia de, quem ler, ficar tentando encaixar minhas palavras nas situações que desejar e acabar buscando aqui um novo problema pra discutir...rs.

Não posso fazer absolutamente nada em relação ao que já passou e estou vivendo o hoje para garantir um futuro inesperado... absolutamente inesperado. O que quero dizer com tudo isso é que quando se cai na real, a gente percebe que ninguém tem um controle absoluto de nada e nunca vamos ter, controlamos parte da nossa vida, mas boa parte dela, em cadeia, pertence às pessoas em nosso caminho. Se você pensar:"- Mentira, eu controlo tudo", me desculpe, mas algo está errado aí. Temos escolhas, mas como disse antes, em cadeia ela tem consequências e isso nos faz responsável por nós e co responsável por todos à nossa volta e vice-versa é claro. Deus, ou seja lá o que você acredita que tenha criado essa rede de trocas, fez tudo com uma inteligência assustadora, onde tudo contribui para que não sejamos "filhos da puta" (...rs) uns com os outros. Porque quando somos, parece que boa parte dessa rede de pessoas são atingidas, como que igual a um terremoto que vai se espalhando e enfraquecendo, mas fazendo um estrago enorme principalmente pra quem está próximo do "epicentro"...rs. Sempre tentei entender a vida, observar ser humano. Adoro conversar, ao contrário do que possa parecer pra algumas pessoas que certamente mal me conhecem, mas perceber certas artimanhas nossas para sobreviver e se dar bem, têm me entristecido bastante. Eu ainda me surpreendo muito, mesmo quando as surpresas vêm de pessoas que já não se espera muito.

Sou absolutamente coberta de defeitos e sei que vou errar muuuito nessa vida, mas existem coisas que sou absolutamente incapaz de fazer. Incapaz não sei se é a palavra, acho que impontente é uma boa palavra, pois não é definitiva. Porque capacidade todos temos pra tudo, mas nosso caráter é determinante nessas horas que nos torna impotentes diante de uma escolha que vai contra esse caráter.

O mais maluco dessa coisa de terremoto é que parece que eles me atingem sempre quando estou num ótimo momento, num momento de sonho, de imaginação e de expectativa. Pensando friamente, parece ser mais uma artimanha do criador da coisa, que nos prepara para guentar os tremores antes deles virem, só pragarantir que a gente aguentaaa.

* PS.: Isso são pensamentos, mutáveis, porque opiniões devem mudar sempre diante de argumentos melhores e mais lúcidos. Algumas coisas podem ter sido vividas por mim, outras observando a vida alheia. Não se magoe por se encaixar em algum esteriótipo citado, tudo isso tem algo de crônica e algo de real.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Encontro marcado

“De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar”, - Fernando Sabino - Encontro Marcado.

Não importa o encontro, mas o caminho até chegar à ele. Não sou mais tão pontual quanto antes, me atrasei.

Fui não por ansiedade ou esperança, mas sim pelo ritual e por saber que promessas não são feitas para os outros e sim para nós mesmos e essas são as mais verdadeiras promessas. Molhada de chuva de verão, brindei o dia "sozinha em meio à multidão", com uma coca-cola gelada. Foi a melhor coca-cola dos últimos 9 anos. Sim eu continuo bebendo coca-cola, mas não me arrependo de nenhuma delas, assim como não me arrependo de muitas coisas nesses anos todos. Vivo intensamente à minha maneira e esse encontro me serviu de ponto de partida para repensar a vida, fazer um balanço e continuar.

Não tive, ao contrário do que se pensa, nenhuma má lembrança, ri bastante inclusive. Só as lembranças boas me vieram à tona e isso me fez bem porque é a média de um período de vida, que foi feliz, carinhoso e verdadeiro, mas que chegou num tempo de abdicação. Sempre disse que quem ama é capaz de abdicar disso para ser e fazer o outro feliz, para que se possa seguir, cada um seu caminho tranquilo e em paz.

Daqui a mais 10 anos, espero continuar me orgulhando da minha "pequena, mas enorme" vida.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Ano novo, tudo novo!



+ www.midesign.com.br

O medo tem que ser aceito



Você diz que gostaria de confiar em si mesmo, e diz que gostaria de abandonar o medo. Você diz que gostaria de se mover para relacionamentos com as pessoas - mas tudo isto é contraditório. Se você realmente quer confiar em si mesmo, tem que confiar no seu medo também.

Se você diz, "Tenho que abandonar este medo," começou a desconfiar de si mesmo. O medo está vindo do seu próprio ser; não está vindo de nenhum lugar do lado fora. É o seu medo... é você.

Por um lado, você diz, "Gostaria de confiar em mim mesmo" - e imediatamente você diz, "Gostaria de abandonar o medo" - você começou a desconfiar. O medo também tem que ser aceito. Está lá - o que você pode fazer?

Quando as pessoas dizem que querem confiar em si mesmas, elas querem confiar apenas em coisas boas - amor, oração, silêncio. Mas quando chega no oposto a isto, elas não querem confiar em si mesmas; elas começam a lutar.

Se existe amor, tem haver uma parte de ódio. Se você confia em si mesmo, tem que confiar em ambos, amor e ódio. Você confia no amor-ódio porque ambos são seus. Você não faz uma divisão. Você não diz, "Eu não quero este ódio de jeito nenhum. Eu simplesmente quero ser doce e amoroso" - então, você já começou um conflito. Sempre que existe inteligência, existe medo.

Somente as pessoas estúpidas não têm medo. Então, se você quiser abandonar o medo, a única maneira é se tornar muito, muito estúpido. A única maneira é se tornar tão burro, tão insensível... como uma pedra.

A flor tem que ter medo. Ela é frágil, é vulnerável. Neste momento, ela está lá, no próximo momento pode não estar. A consciência humana é o florescer mais sutil nesta existência, então o medo tem que estar presente. Nada está errado nisto; é natural.

No momento em que você diz, "Eu não quero o medo", você ficou com medo do próprio medo. Agora se tornou um medo sutil. Você pode continuar com um jogo de esconde-esconde.

Aceitação significa aceitação do total. A confiança significa confiança no total - do bom e do ruim. O pecador e o santo em você, ambos têm que merecer confiança. Se escolher o santo e quiser abandonar o pecador, você não confia em si mesmo.

Osho, em Osho.com

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Seja verdadeiro

Lembre-se sempre, não importa o que você esteja fazendo, observe se seu centro está envolvido nisso ou não, porque se ele não estiver envolvido é melhor não fazer nada. Não faça nada! Ninguém está lhe forçando a fazer coisa alguma.

Conserve sua energia para o momento quando alguma coisa real acontecer a você; então o faça. Não sorria, preserve a energia. O sorriso virá e então lhe mudará completamente. Assim será total. Cada célula de seu corpo irá sorrir. Desse modo será uma explosão — nenhuma falsidade.

Lembre-se disso: desde manhã cedo, quando você abrir seus olhos, tente ser verdadeiro e autêntico. Não faça nada que seja falso. Só por sete dias, continue se lembrando. Não faça nada que seja falso. O que quer que se perca, deixe perdido. O que quer que você perca, deixe perdido.

Mas permaneça real e dentro de sete dias uma nova vida será sentida dentro de você. As camadas mortas serão partidas e uma nova corrente viva chegará até você. Você se sentirá novamente vivo pela primeira vez — uma ressurreição.

Faça tudo que você gosta de fazer, mas pense — você está realmente fazendo isso, ou é sua mãe ou seu pai fazendo-o através de você? Porque homens mortos, pais mortos, sociedades, velhas gerações que já se foram há muito tempo ainda estão funcionando dentro de você. Eles criaram tantos condicionamentos que você continua satisfazendo-os — e eles estiveram satisfazendo seus pais e mães mortos, e você está satisfazendo seus pais e mães mortos, e ninguém está satisfeito.

Observe sempre quando você faz algo, se seu pai está fazendo-o através de você ou você mesmo está fazendo-o. Quando você fica zangado, é sua raiva ou é a maneira que seu pai costumava ficar zangado? Você está só imitando.

Tenho visto padrões sendo continuamente repetidos. Se você se casar, seu casamento vai ser aproximadamente o mesmo do seu pai e da sua mãe. Você irá agir como seu pai, sua esposa irá agir como a mãe dela e vocês estarão criando a mesma confusão de novo.

Quando você ficar zangado, observe: você está lá ou é outra pessoa? Quando você amar, lembre-se, você está lá ou é outra pessoa? Quando você falar, lembre-se, você está falando ou o seu professor?

Abandone todas as falsidades. Você pode sentir uma certa tristeza por algum tempo porque todas as suas falsidades serão abandonadas e o verdadeiro levará um tempo pra chegar e se estabelecer. Haverá um intervalo de tempo. Permita esse período e não tenha receio, não fique assustado.

Cedo ou tarde seus falsos eus desaparecerão, suas máscaras desaparecerão, e sua face real se tornará o seu ser.

Osho, em "The Book of Secrets

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Voz linda

Teclado Sanfona!

Keystick-01

Os designers Yoonsang Kim & Eunsung Park criaram um conceito de teclado portátil dobrável, bem diferente do que estamos acostumados a ver.

O Keystick se dobra todo como se fosse uma sanfona e fica com um tamanho perfeito para ser transportado ou armazenado. O Keystick faz parte do "None Bacteria Project" e foi projetado para que o usuário tenha sempre o seu próprio teclado a mão e não precise usar teclados sujos e contaminados de terceiros.

O Keystick é apenas um conceito e ainda não está sendo produzido comercialmente.

Via Yanko Design.


Keystick-02

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cabos Planos da LaCie

Flat-Cable-LaCie

Apesar de detestar fios, eu adoro a linha de cabos planos da companhia francesa LaCie.

A linha LaCie Flat Cables é composta de 7 modelos de cabos, incluindo USB, Mini USB, eSATA e FireWire. Os cabos planos, super coloridos, não enrolam, nem dão nós. Cada cabo vem com 24 etiquetas adesivas para fácil customização.

Um LaCie Flat Cable USB custa uma média de US$10. Mais informações no site da LaCie.

Via Better Living Through Design.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Limpeza

Tenho usado palavras alheias, para não ter que usar as minhas. Costumo apagar alguns pensamentos à medida que os tenho, apenas para não ser levada à caminhos sem volta. Tenho tido reviravoltas, tenho tido pesadelos, tenho tido tristezas... mas as tristezas trazem um aprendizado muito maior do que as frases clichês podem tentar se fazer significar. Sempre fui levada a acreditar no ser humano, sempre acreditei, hoje não acredito mais... na verdade acredito agora que qualquer pessoa, por melhor que pareça ser, pode ser cruel. Simplesmente hoje entendo a antítese do amor e do ódio. Entendo que os mesmos motivos que nos faz atraídos por alguém, em qualquer relação, em algum momento, podem ser os motivos que nos fazem sentir ódio, simplesmente porque somos atraídos pelas qualidades que não possuímos e se nunca passarmos a possuir, observar o outro pode apenas nos instigar a raiva, a inveja. O ego pode nos matar aos poucos, em doses sutis, mas pode. Perdi parte de mim, sem ter sequer percebido, um sinal de que ela estava atrelada a algo que não posso conter, talvez ela não me pertencesse por completo, talvez parte dela estivesse emprestada a um sentimento alienado, mas rupturas nos fazem pensar, nos fazem meditar. A alienação, a que me refiro, só é um excesso de confiança, desconfiar faz parte de um senso crítico que nos faz melhor sempre na vida, que nos faz questionar, discutir e evoluir. Nada aceito tão facilmente pode estar certo, pode estar perfeito como parece ser.
Quem publica algo, obviamente sabe que quem quiser pode ler. Aos desavisados e curiosos, não tentem desvendar o que escrevo focando nas rupturas de relacionamentos apenas, pois me refiro à rupturas de todo tipo, de toda espécie. Ruptura exige mudança, nada que quebra volta a ser como antes, você pode tentar usar cola pra unir os pedaços quebrados e fingir que nada se quebrou, ou aceitar os cacos, analisá-los e "andar pra frente" (redundante). A grande verdade é que o pra frente nem existe, só existe o agora, o que se faz agora. Uma pena que o que fizemos no passado tem um peso tão grande na formação do nosso caráter, isso nos faz ter medo do futuro, e lamentar coisas do passado o tempo todo, sempre esquecendo que tudo pode ser mudado, que nada é pra sempre, que opiniões firmes são ilusões absolutas e que o agora determina tudo. Meu agora quer ser feliz, mas nunca de forma inconsequente e egoísta, meu agora quer felicidade limpa, sem que ninguém seja atropelado para isso, sem que ninguém seja desrespeitado, porque a pior felicidade é aquela que dura alguns segundos e é precedido de um sentimento de culpa incontrolável. Felicidade limpa e honesta é o que quero, é o que acredito é o que preciso.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Talvez

Observe cada palavra que você usa. Nossa linguagem é tal, nossas maneiras de falar são tais que, sabendo ou não, fazemos afirmações absolutas. Nunca faça isso.

Hesite mais, use mais as expressões talvez e pode ser e permita aos outros a liberdade de decidirem por si mesmos.

Tente isso por um mês. Você precisará estar muito alerta, porque falar em termos absolutos é um hábito profundamente enraizado; mas, se você estiver atento, esse hábito poderá ser abandonado.

Então você perceberá que os argumentos serão abandonados e não haverá necessidade de se defender.

Osho, em "Osho Todos Os Dias