segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A nova e melhorada versão do relógio iPod Nano

O primeiro relógio iPod Nano, criado para o novo iPod da Apple que tem tamanho perfeito para o pulso, era basicamente uma faixa de nylon presa ao gadget. Faltou usar a imaginação. Já essas novas faixas com cores mais ousadas da Hex transformam de verdade o novo micro iPod da Apple num relógio que não passa a sensação de ridículo.

O produto da Hex, que custa U$24,95, tem um design de encaixa que incorpora o Nano no relógio (diferente do primeiro relógio com iPod Nano, que era basicamente prendê-lo numa faixa). Ele tem botões de controle integrados e tem 9 opções de cores.

Mas eis a pergunta de um milhão: ter que passar o fone de ouvido por dentro da manga da camiseta numa situação dessa não transforma a ideia do relógio iPod Nano um tanto besta? [ShopHex]

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Lego em impressão tipográfica

Uau!!






Genial :-) Isso é diversão de verdade, né? Lego + Impressão tipográfica, uma super idéia de experimentação que deu super certo!! Com trabalhos como esses que reafirmo que experimentar sempre vale a pena e muitas vezes temos como resultado belos trabalhos... então curtam e experimentem sempre!!

Aqui os cartazes feitos com lego que muito me lembraram os cartazes impressos a partir de dados como matriz no tipógrafo.




Via DesignWorkLife

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Mesa de Lego



22.742 bloquinhos para transformar uma simples mesa de reunião na atração principal do estúdio Boys and Girls, que fica em uma típica casa do século XVIII, na cidade de Dublin.

O tampo foi totalmente construído com o esquema de encaixe do Lego, ou seja, sem cola ou outros artifícios, sustentada apenas por uma estrutura metálica e por cima uma única folha de vidro de 10mm para proteger o jogo infinito de cores e encaixes.
















Lego Table - abgc from abgc-android on Vimeo.



By Collecta

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dois Pesos

Ótima matéria, pra mim em resposta a dezenas de emails revoltados contra a política social atual. Tudo tem dois lados né!

Maria Rita Kehl - O Estado de S.Paulo

Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.

Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.

Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.

Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.

O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".

Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.

Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101002/not_imp618576,0.php

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

10º Salão de artes visuais de Guarulhos



Abertura 10º Salão de Artes Visuais de Guarulhos - 02 de outubro, 20h30
Apresentação Musical: Tatiane di Paula

Encerramento 06 de novembro, 19h Apresentação Musical: Dueto Urbano

Votação no local e on line, a partir de 04 de outubro

Palestras:
2 de outubro, às 19 horas - Fernando Oliva - “O modelo Salão de Arte de hoje! Seleção ou curadoria?”
16 de outubro, às 19 horas - Leandro Roman - “Jogos de significação – experiências de manipulação”
3 de outubro, às 20 horas - Egydio Colombo Filho - “Visões Urbanas”,


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Design conceito












Criação do designer e diretor de arte canadense Louis Beaudolin.
via: graphic exchange

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ilustrações e frases

Frases famosas de filmes famosos com ilustrações de personagens famosos.
Um excelente trabalho do ilustrador Goran Patlejch.

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

Ilustrações e frases

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Relógio conceito bacanudo

  • Collaborative project with Samsung Design America, Fall 2009